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terça-feira, 14 de junho de 2011

Pesquisadores salvam arara azul de extinção no Pantanal


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A arara azul
Ver um filhote saudável é uma vitória para os pesquisadores. Com a falta de árvores nativas para as araras azuis botarem os seus ovos, as caixas são um refúgio seguro.
Há 18 anos, a reprodução no Pantanal é monitorada. No início da pesquisa, a estimativa era de que existiam 1,5 mil araras azuis. Hoje, são mais de cinco mil. Pesquisa, tecnologia e mudança de comportamento: receita que está salvando a espécie da extinção.
A arara é uma espécie monogâmica, tem um único parceiro durante toda a vida. O casal fica rondando e vigiando o filhote. No Pantanal, cerca de 300 araras já têm um chip implantado. Nesse chip, tem um número que é a identidade da ave. Os pesquisadores podem saber onde a ave nasceu, quando nasceu e se já se reproduziu. Também é uma arma contra os traficantes. Caso o filhote seja capturado, é possível saber onde essa ave foi capturada.
A arara azul pode ser vista no Pantanal, Amazonas, Pará e na Região das Gerais que incluem áreas do Maranhão, Bahia, Tocantins, Piuaí e Goiás.
A espécie ainda está na lista mundial dos animais ameaçados de extinção. Mas, no Pantanal, a ameaça não existe mais, e a pesquisa já ultrapassou fronteiras. Tem fazendas monitoradas em Mato Grosso e no Pantanal boliviano.
Um espião eletrônico ajuda. A câmera grava a vida dos tucaninhos recém nascidos. “A gente tem a suspeita de que o tucano é um dos principais predadores do ovo de arara. A suspeita é de que os tucanos acabem pegando esses ovos. A gente vai confirmar isso com a microcâmera”, aponta o ornitólogo Tiago Filadélfio.
A bióloga Neiva Guedes, da Universidade para o Desenvolvimento do Pantanal, descobriu que não basta proteger só a arara. “Para a gente entender a arara azul, tem de entender da planta onde ela se reproduz, das palmeiras onde ela se alimenta e das outras aves que também disputam o ninho ou predam os ovos dela”, afirma.

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