Olá amigos e convidados!

Sejam bem vindos a este lindo blog que criei sobre a beleza das araras.

Espero que curtam o meu blog e ao saírem não se esqueçam de deixarem o seu comentário.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Curiosidade sobre as araras azuis


Muito conhecidas no Brasil, as araras azuis são encontradas na parte central  e leste da América do Sul.
Ela é a segunda maior ave do grupo dos papagaios, perdendo apenas para o raríssimo kakapo, da Nova Zelândia.
A popularidade dessas araras como animais de estimação tem sido a maior responsável pelo declínio da população selvagem. Exemplares em cativeiro podem alcançar preços entre nove e doze mil dólares.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pesquisadores salvam arara azul de extinção no Pantanal


arara-azul
A arara azul
Ver um filhote saudável é uma vitória para os pesquisadores. Com a falta de árvores nativas para as araras azuis botarem os seus ovos, as caixas são um refúgio seguro.
Há 18 anos, a reprodução no Pantanal é monitorada. No início da pesquisa, a estimativa era de que existiam 1,5 mil araras azuis. Hoje, são mais de cinco mil. Pesquisa, tecnologia e mudança de comportamento: receita que está salvando a espécie da extinção.
A arara é uma espécie monogâmica, tem um único parceiro durante toda a vida. O casal fica rondando e vigiando o filhote. No Pantanal, cerca de 300 araras já têm um chip implantado. Nesse chip, tem um número que é a identidade da ave. Os pesquisadores podem saber onde a ave nasceu, quando nasceu e se já se reproduziu. Também é uma arma contra os traficantes. Caso o filhote seja capturado, é possível saber onde essa ave foi capturada.
A arara azul pode ser vista no Pantanal, Amazonas, Pará e na Região das Gerais que incluem áreas do Maranhão, Bahia, Tocantins, Piuaí e Goiás.
A espécie ainda está na lista mundial dos animais ameaçados de extinção. Mas, no Pantanal, a ameaça não existe mais, e a pesquisa já ultrapassou fronteiras. Tem fazendas monitoradas em Mato Grosso e no Pantanal boliviano.
Um espião eletrônico ajuda. A câmera grava a vida dos tucaninhos recém nascidos. “A gente tem a suspeita de que o tucano é um dos principais predadores do ovo de arara. A suspeita é de que os tucanos acabem pegando esses ovos. A gente vai confirmar isso com a microcâmera”, aponta o ornitólogo Tiago Filadélfio.
A bióloga Neiva Guedes, da Universidade para o Desenvolvimento do Pantanal, descobriu que não basta proteger só a arara. “Para a gente entender a arara azul, tem de entender da planta onde ela se reproduz, das palmeiras onde ela se alimenta e das outras aves que também disputam o ninho ou predam os ovos dela”, afirma.

Ararinha-azul



Como ler uma caixa taxonómicaArarinha-azul
Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)

Ararinha-azul (Cyanopsitta spixii)



A Arara-azul (Cyanopsitta spixii) é uma arara restrita ao extremo Norte do estado brasileiroda Bahia ao Sul do rio São Francisco. Tal espécie chega a medir até 57 cm de comprimento, com plumagem azul, com asas e cauda muito longas e mais escuras, bico negro com grande dente maxilar e íris amarelo-mostarda. Está seriamente ameaçada de extinção, não sendo mais vista em vida selvagem. Também é conhecida pelos nomes de arara-celeste, arara-do-nordeste e arara-spixi. Seu nome específico é uma homenagem ao naturalista alemão Johann Baptiste von Spix.

É herbívora, mas em cativeiro é alimentada com macarrão especial que tem todos os elementos necessários para a sua sobrevivência. Gosta de frutos, tendo preferência pelo buriti. Ela tambem come semente de Girassol Ela come 6 a 7 grãos por vez 3 vezes ao dia manha tarde e noite.[editar]Alimentação

Características
É uma espécie que só ocorre na região do Nordeste brasileiro, em especial nos estados da Bahia,piaui e Maranhão e áreas úmidas do sertão, onde riachos temporários permitem a existência de árvores mais altas, característica típica da região ,no extremo norte da Bahia ao sul do rio são francisco
Apresentam características especiais, pois ao longo de sua vida têm apenas um parceiro, formando casais fiéis por toda a vida. Se algum deles morre, o outro permanece sozinho ou apenas se integra a um novo grupo.
A ararinha faz ninho em ocos de árvores bem altas e antigas. Em decorrência de corte indiscriminado de árvores da caatinga, aonde restam apenas árvores mais jovens, não tão desenvolvidas e altas, têm dificultado em muito a reprodução desta espécie, inclusive sua adaptação às novas condições.

Extinção na natureza
O maior responsável pelo desaparecimento desta ave é o homem devido ao intenso tráfico.Os compradores são atraídos pela sua bela cor azul e principalmente pela ganância de possuir uma espécie tão rara. Um exemplar da ararinha-azul chega a custar no mercado negro milhares de dólares.
Atualmente existem apenas 78 exemplares da ararinha-azul no mundo, o que a torna uma das mais raras espécies vivas. Destes, apenas oito podem ser encontrados no Brasil.sendo que dois estão no zoológico de São Paulo. Apesar de serem um casal, as ararinhas do Zoológico de São Paulo nunca tiveram filhotes.

Detalhes das araras azuis tamanho grande



A arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus) é uma ave da família Psittacidae, que ocorre nos biomas da Floresta Amazônica e, principalmente, no do Cerrado.
Possui uma plumagem azul com uma pele nua amarela em torno dos olhos e fita da mesma cor na base da mandíbula. Seu bico é desmesurado parecendo ser maior que o próprio crânio. Sua alimentação, enquanto vivendo livremente, consiste de sementes de palmeiras (cocos), especialmente o licuri (Attalea phalerata).

Aprendendo mais sobre as araras.


As Araras são Aves pertencentes à ordem dos Psitaciformes da família Psitacídeos na verdade é um tipo de papagaio colorido. O oco da árvore não é muito espaçoso para o tamanho delas, mas as duas araras vão arrancando lascas da madeira carcomida, num trabalho contínuo que dura muitos dias. Quando escolhem um abrigo onde construir o ninho, as araras estão começando a estabelecer moradia para um dos acasalamentos mais duradouros da natureza. Uma vez formado o casal, a união só se desfaz quando ocorre a morte de um dos bichos. Pode durar muitas décadas, desde os dois anos de idade até os cem anos (em cativeiros, sabe-se com segurança que as araras podem viver até sessenta anos: em liberdade, alguns zoólogos admitem que elas possam viver um século, se escaparem dos inimigos). Construído o ninho, a fêmea põe dois ovos, ás vezes do tamanho de ovos de galinha, ou maiores.
Os filhotes desenvolvem-se depressa, alimentados pelos pais. Frutas, sementes, brotos e outros alimentos vegetais, tudo isso é dado aos filhotes na forma de papa. A mãe tritura a comida em seu bicho potente e em seguida a passa diretamente ao bico esfaimado do filhote.
Mesmo depois que aprendem a voar, já coberto por sua plumagem definitiva, muitas vezes os filhotes continuam na companhia dos pais. Só abandonam essa proximidade lá pelos dois anos de idade, quando chega a época de formar casal.
Por causa da beleza de sua plumagem vistosa e pela capacidade de aprender a imitar a voz humana, araras de várias espécies são domesticadas nas regiões rurais. Mas nem todas são palradoras. A arara-vermelha, por exemplo, talvez a maior delas, só emite um som, mais ou menos “arara”, de onde foi tirado seu nome. Além da capacidade de articular palavras, a língua da arara oferece uma outra particularidade: em algumas espécies é recoberta de minúsculas penas rudimentares.
arara.jpg
Araras, como papagaios em geral, não “falam” no sentido escrito do termo, como é óbvio. Só imitam sons de voz humana e de outros animais. Os cientistas não têm a menor idéia, ainda hoje, do porque araras, papagaios, periquitos e outras aves possuem essa capacidade de imitar sons.
Às vezes, bandos de macacos invadem o oco de árvores onde nidificam araras, para comer-lhes os ovos. Geralmente, porém, a reação do casal é tão violenta e ruidosa que os macacos acabam por desistir.
Quando ameaçadas por algum perigo, ou mesmo com a mera presença de estranhos no ambiente, as araras saem esvoaçando pela mata e vão espalhando a inquietação. A barulheira adverte toda a bicharada.

Entre todas as subespécies do gênero dos papagaios, a arara-azul, ou araraúna, é a que mais facilmente aprende a imitar a voz humana. Dócil no cativeiro, a araraúna gosta de banhar-se sob as torneiras.
Mas a tagarelice das araras perde longe para os papagaios cinzentos que vivem na África. Quando ouvem sua própria voz gravada, então esses parentes da arara desandam a “falar” interminavelmente.
Quatro das muitas variedades de araras existentes nas matas que vão do México à Amazônia. Existem araras vermelhas (as maiores, que atingem 1 metro do bico até a cauda), azuis e muitas outras, onde o verde predomina.

ARARA AZUL GRANDE


Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Nome popular: Arara-azul-grande
Nome em inglês: Hyacinthine macaw
Nome científico: Anodorhynchus hyacinthinus
Distribuição geográfica: Centro-oeste, sul do Norte e Nordeste do Brasil.
Habitat: Buritizais, matas ciliares e cerrados adjacentes.
Hábitos alimentares: Sementes de acurí e bocaiúva.
Reprodução: Período de incubação de 28 a 30 dias, botando de 1 a 3 ovos de agosto a janeiro.
Período de vida: Em cativeiro aproximadamente 60 anos.
Situação atual: Ameaçada de extinção.

A Beleza das variedades de araras





Vida da arara-azul depende de espécie rara de árvore

A arara-azul que habita a região do Pantanal constrói a grande maioria (94%) de seus ninhos em uma única árvore, o manduvi. Essa dependência levou cientistas a investigarem a idade em que essa planta atinge o tamanho adequado para comportar os ninhos. O estudo revelou preferência por árvores que têm a partir de 60 anos. Esse fato, somado à perda constante de manduvis em função de desmatamentos e queimadas, indica que a disponibilidade de ninhos para a arara-azul tende a diminuir nas próximas décadas, dificultando ainda mais a sobrevivência dessa espécie, já ameaçada pelo tráfico de animais silvestres e pela perda de habitat.
As populações de araras-azuis são fixas e fazem apenas pequenas migrações diárias para alimentação e/ou reprodução. Seus ninhos são escavados a partir da quebra de um galho ou a partir de buracos iniciados por pica-paus ou outras aves. Essas cavidades são ampliadas pelas araras-azuis com o uso de seus bicos e transformadas em ninhos, que servirão também para outras espécies.